sábado, 26 de julho de 2014

Tendo em... Já vi.

Eu separo
E se paro
Não consigo mais andar.
Mesmo que distantes
Ou ao seu lado
O tempo passa devagar

Se me visto,
Ou se me avesso,
Toda me torço, se é pra te ver
Perco o endereço,
adereço-me por prazer.

Por fim, falo o que nem sei. 

domingo, 13 de julho de 2014

Cooking For Engineers


Cozinhar cientificamente para chegar ao melhor gosto possível. Não é segredo que dá pra aprender a cozinhar usando a internet. Agora, usando um viés científico, próprio de engenheiros, isso talvez você não soubesse. Vá ao Cooking for Engineers para aprender uma abordagem analítica da comida, que tem como objetivo reunir os melhores métodos para atingir o melhor resultado.

(fonte: http://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2014/05/10-coisas-uteis-para-aprender-na-internet.html)


terça-feira, 1 de julho de 2014

Wilson Pereira


"Mineiro, de Coromandel, passei a infância e juventude em Patos de Minas, de onde parti para Brasília, em 1976. Fui professor universitário e assessor legislativo, hoje aposentado, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde ingressei por concurso público. Exerci também os cargos em comissão, no Governo Federal, de Coordenador-Geral do Censo Escolar da Educação Básica Nacional e de Coordenador-Geral do Centro de Informação e Biblioteca, ambos no INEP/MEC. Cursei Letras e fiz Mestrado em Literatura Brasileira pela UNB. Sou poeta, contista, cronista e autor de livros infantis e juvenis, com 17 livros publicados. Fui premiado em diversos concursos literários de âmbito nacional. O livro Pé de Poesia, hoje na 6ª edição, recebeu o selo “Altamente Recomendável”, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil/FNLIJ, e foi incluído na lista dos cem livros escolhidos para o PNBE, do MEC, em 1999. Tenho poemas traduzidos na Argentina, Itália, Colômbia e Romênia. Meu livro A Rãzinha que queria ser Rãinha foi traduzido na Coréia do Sul, na Argentina e no México. Publico poemas, resenhas e ensaios em diversos jornais e revistas do País. Tenho poemas estudados em 18 livros didáticos."


Rebanho de Sonhos


Meu rebanho de sonhos
desce vales, sobe montanhas,
bebe brisas, come castanhas,
inventa sendas e sombras.

Meu rebanho de sonhos
feito brancas ovelhas
- lã de neve e luar -
lambe lumes de estrelas
e rumina tempo, devagar.


Meu rebanho de sonhos
segue aromas de amoras
e rumores de amores
nas redomas do sono.

Meu rebanho de sonhos
não sei para onde sai
nem sei de onde vem,
como nuvem se esvai

ao léu sob o véu do além.

(poema inédito em livro)

Trem


O amor
é um trem de desejos
um trem antigo,
antigo demais

que vem carregado
de sonhos, de sonhos... 
e de queijos

lá de Minas Gerais.



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ainda dá tempo.

Este é um projeto independente com o objetivo de abrir os olhos para o simples fato que para começar uma mudança, é preciso primeiro acreditar que ela é possível. O mundo é de todos nós e precisa do nosso otimismo para que o ímpeto de mudar se transforme em uma mudança real, e acreditamos que isso só é possível começando por uma transformação interna. Mudando nosso jeito de pensar, mudamos nosso jeito de agir e agindo mudamos o mundo. Ainda dá tempo.



http://vimeo.com/78245147

segunda-feira, 23 de junho de 2014

FishBase - Catalogo de peixes

Site com fotos de muitas especies de peixe

Celina de Holanda


(...) Cecé como gostava de ser chamada, nasceu e cresceu nos engenhos Ypiranga e Pantorra, no município do Cabo de Santo Agostinho em 19 de junho de 1915 e faleceu no Recife em 04 de julho de 1999. Publicou seus primeiros poemas nos cadernos de cultura dos jornais do Commercio e Diario de Pernambuco e estreou em livro aos 55 anos, com O espelho e a rosa (1970). Celina participou ativamente dos movimentos culturais em Pernambuco, com destaque à Ação Católica Operária e às Edições Pirata, movimento editorial de escritores pernambucanos. A sua última obra publicada foi Viagens gerais, editada pela Fundarpe em 1995, em comemoração aos seus 80 anos, reunindo todos os seus livros publicados até aquele ano e ainda os inéditos Afago e faca e Tarefas de Nigiam.


Quatro poemas de Celina de Holanda


Colcha de retalhos

No chão da casa depositei as malas
E me sobraram braços
(meu nome
perdido em sua voz, não me chamava)
era a noite onde as coisas terminam
a interminável.
Agora
Setecentos e vinte e seis dias depois,
Um ar de chuva atravessando o rio,
Sento na máquina e recomeço a vida,
Só retalhos.



As Viagens

Viajo nos livros que faço,
mas sempre torno,
para escrevê-los
onde a vida
é uma menina pobre chorando
entre as moitas.
Trago-a de volta
ao seu colo, sua casa,
até que venha e me leve
o meu amado.



O ciclo

Na sala o espelho,
a rua na sala, a moça
o relógio ao contrário.

A moça decide o cabelo
à altura do amado,
que decide o seu sol
à altura da vida, de muros
tão altos.



Meridiano

Vivemos a grande noite.
Cada amor em seu amor
se oculta.

Quem nos roubou a ternura
escondida? O corpo claro
e diurno?

Como os animais e as crianças

um dia a vida será só vida.


(fonte : http://www.domingocompoesia.com.br/2014/06/a-poesia-viva-de-celina-de-holanda.html?spref=fb 23/06/2014)

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