quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Otomen

Sinopse: Masamune Asuka é um rapaz muito popular em sua escola, por ser forte, bonito e sério, mas também é extremamente puro, inocente e tem sérios problemas de personalidade. Quando ainda era uma criança, seu pai saiu de casa, dizendo que seguiria sua vida sendo mulher. Sua mãe traumatizada, descobriu que o Asuka também gostava de coisas femininas e, por medo que ele também a abandonasse, aboliu tudo que era fofo e doce da vida do garoto.
Asuka cresceu, tornou-se campeão de Kendo, Karate, judo e outros esportes, pois pensava que isso poderia mantê-lo com uma imagem masculina perante a sociedade.
Ao se apaixonar por sua colega de classe, Miyakozuka Ryo, seu lado feminino aflora à pele e Asuka sente cada vez mais vontade de ler mangá shoujo, costurar, cuidar dos ursinhos de pelúcia, cozinhar e decorar bolos doces, dentre outras atividades.


(fonte: http://shoshoujo.blogspot.com.br/2013/08/otomen.html)


O dorama em si é repleto de satiras, o que faz o humor dele as vezes inesperado. Claro que eu não vou detalhar as sátiras aqui, porem se você já é uma pessoa que conhece o básico de cultura pop japonesa você entenderá elas. 
Cada personagem tem sua peculiaridade, além de Asuka (o da foto)




Ryo Miyakozuka (都塚 りょう, Miyakozuka Ryō?)

Perdeu a mãe ainda pequena e vive com seu pai, um policial, rude e machista. Por admirar rapazes fortes como seu pai, Ryo desde cedo treinou artes marciais. Quando o assunto é costura ou culinária sempre pede ajuda a Asuka. Sempre está contando com a ajuda dele e o acha fofo e sente vontade de protegê-lo. Adquiriu uma personalidade masculina por conta da criação recebida pelo pai. É sempre amiga e confiável e sempre disposta a ajudar.







Juuta Tachibana (橘 充太, Tachibana Jūta?)
Apesar de aparentar ter uma vida tranquila de colegial, Juuta na verdade é um mangaká que assina seu trabalhos como "Jewel Sachihana". Baseia-se seu atual mangá, Lovetic, na vida de Asuka. Por conta disso, está sempre estimulando Asuka a ter encontros com Ryo e coisas semelhantes.








Hajime Tonomine (多武峰 一, Tōnomine Hajime?)

Ocupante do segundo lugar do ranking nacional de Kendou, logo atrás de Asuka. Com rancor por ter ficado atrás, está sempre em rivalidade com Asuka
####QQuase spoiler, será mais legal se você descobrir assistindo.

. Aparenta ser mal-humorado e indiferente, mas também tem um hobbie afeminado como o de Asuka, admira flores, maquiagem e cabelos.





Yamato Ariake (有明 大和, Ariake Yamato?)
Muitas vezes confundido com uma garota por causa da sua aparência delicada. Tornou-se "discípulo" de Asuka para aprender a ser tão másculo quanto o mesmo. É medroso e muito sonhador. Se dirige a Asuka como "mestre" (em japonês, Sensei) e sempre está se espelhando nele.





E por último e não menos importante, quem me fez rir muito e não deve ser esquecido !

Isono Katsuo  que é simplesmente impossivel de definir, extremamente engraçado!




(fonte wikipedia)

Ver online

Eu vi online legendado em ingles pelo Daily Motion

http://www.dailymotion.com/video/xqdq2l_otomen-01_fun


Tem no youtube em portugues:
http://www.youtube.com/watch?v=nCVObmhwKlE



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Castro Alves - As duas flores


São duas flores unidas
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Unidas, bem como as penas
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Fotos centenárias de expedição são descobertas em cabana no Pólo Sul

Uma parte da história de exploradores do Pólo Sul foi resgatada por uma equipe neozelandesa, que encontrou uma série de fotografias centenárias preservadas numa cabana na Antártida.
Essa cabana, que fica na região da Ilha Ross, foi usada como abrigo pelo britânico Robert Scott, entre 1911 e 1912, quando ele tentava ser o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul. Por um mês, ele perdeu a corrida para o norueguês Roald Amundsen, mas esse era só o começo. Cerca de dois anos depois, o colega Ernest Shackleton tentou cruzar o continente, mas uma série de problemas na expedição impediu que o objetivo fosse concretizado. A cabana, porém, mais uma vez serviu de abrigo e salvou uma parte da equipe de morrerem de frio e de fome.






Durante esse tempo, eles acabaram deixando para trás uma caixa de negativos com fotos da expedição, além de uma imagem histórica do cientista-chefe da missão. São mais de vinte imagens registradas com nitrato de celulose, o que fez com que elas grudassem umas nas outras com o passar dos anos. Depois de um trabalho cuidadoso de restauração, os negativos foram escaneados, e convertidos em imagens positivas.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sem ti, sentir.



Dói mais viver do que não estar vivo
Para presenciar todas essas feridas que
Furam fundo
E não se apagam
É um rascunho que terminou antes da arte final.
Então perde toda a vida.
Perde a música,
Perde os sons,
O que resta é escassez de tudo.
E os sentidos
Que são nossa única forma de viver,
Sem distração, não sentem mais.
Sentir, sem ti.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Gustave Caillebotte



Caillebotte nasceu Paris no dia 19 de Agosto de 1848 em uma familia abastada  foi um pintor francês, membro e patrono de um grupo de artistas conhecido como impressionistas, colecionador de selos e engenheiro de iates.Suas pinturas retratavam geralmente membros de sua familia na vida domestica. 

Caillebotte formou-se em  em 1868 e uma obteve licença para praticar direito em 1870. Pouco tempo depois, ele foi convocado para lutar na Guerra Franco-Prussiana, e serviu à Guarde Nationale Mobile de la Seine. Após a guerra, Caillebotte começou a visitar o estúdio do pintor Léon Bonnat, onde ele iniciou seus estudos de arte. Em 1873, Caillebotte entrou na École des Beaux-Arts, mas aparentemente não a frequentou por muito tempo. Por volta dessa época, Caillebotte encontrou e se tornou amigo de vários artistas que não eram da academia francesa, incluindo Edgar Degas e Giuseppe De Nittis, e compareceu (mas não participou da) primeira exibição Impressionista de 1874.


Young Man at His Window, 1875, mostra René na casa da rue de Miromesnil

Portraits in the Country, 1875, mostra a mãe de Caillebotte junto com sua tia, primos, e um amigo da família.



The Orange Trees, 1878, exibe Martial Jr. e sua prima Zoë no jardim da propriedade da família em Yerres


A abastada pensão que Caillebotte recebia, somada à herança que ele recebeu após a morte de seu pai em 1874 e de sua mãe em 1878 permitiram a ele pintar sem a pressão de vender seus trabalhos. Isso também permitiu a ele ajudar a financiar exibições impressionistas e a dar suporte a companheiros artistas e amigos (incluindo Claude MonetAuguste Renoir, e Camille Pissarro, dentre outros), ao comprar seus trabalhos e, pelo menos no caso de Monet, pagar o aluguel de seus estúdios.

O estilo de Caillebotte pertence à escola do Realismo. Como fizeram seus predecessores Jean-Francois Millet e Gustave Courbet, assim como seu contemporâneo Degas, Caillebotte tinha como objetivo pintar a realidade como ela existia e como e a via, tentando reduzir ao máximo a teatricidade inerente à pintura. Ele também compartilhava do comprometimento com a verossimilhança ótica dos Impressionistas. Caillebotte pintou muitas cenas domésticas, familiares, interiores, e figuras na paisagem de Yerres, mas ele é mais conhecido por suas pinturas da cidade de Paris

The Floor Scrapers, 1875

 Le pont de l'Europe, 1876

Paris Street, Rainy Day, 1877

Caillebotte pintou muitas cenas domésticas, familiares, interiores, e figuras na paisagem de Yerres, mas ele é mais conhecido por suas pinturas da cidade de Paris, como The Floor Scrapers, 1875, Le pont de l'Europe, 1876, e Paris Street, Rainy Day, 1877. Estas pinturas são um tanto controversas por mostrarem cenas banais e mundanas, e por sua perspectiva profunda. O piso inclinado comum a essas pinturas é bastante característico dos trabalhos de Caillebotte, o que pode ter sido fortemente influenciado por telas japonesas e a nova tecnologia da fotografia. Técnicas como cropping e zoom são facilmente encontradas nas obras de Caillebotte, o que pode ter sido o resultado de seu interesse por fotografia.

A carreira de pintor de Caillebotte diminuiu seu ritmo drasticamente na década de 1880, quando ele parou de produzir telas de tamanho grande e de exibir seus trabalhos. Ele adquiriu uma propriedade em Petit Gennevilliers, na margem do canal perto de Argenteuil, em 1881, e se mudou pra lá permanentemente em 1888. Ele devotou seu tempo à jardinagem e a construir iates de corrida, e passou muito tempo junto a seu irmão Martial, e seu amigo Renoir, que frequentemente visitava Petit Gennevilliers. Muitas fontes afirmam que antes de sua morte, ele teve um caso com uma mulher muito mais jovem, Emilie Schlauch, mas isso não pode ser confirmado ou negado com base nas evidências históricas existentes. Caillebotte morreu enquanto trabalhava em seu jardim em Petit Gennevilliers em 1894 de congestão pulmonária, e foi enterrado no Cemitério de Père Lachaise em Paris.

(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gustave_Caillebotte)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Floriografia, A linguagem das flores.


Linguagem das flores foi um meio de comunicação da era vitoriana na qual o envio de flores e arranjos florais eram usados para enviar mensagens codificadas, permitindo que indivíduos expressassem sentimentos que de outra forma não poderiam ser ditos.
Conta-se que um inglês, em visita à Turquia no século XVIII, teria feito a seguinte afirmação: “aqui pode-se brigar, censurar, mandar cartas de paixão, amizade ou civilidade, ou mesmo notícias, sem nunca ter de sujar os dedos com tinta!”. O “código dos turcos” era o uso de flores para expressar sentimentos. Cada espécie tinha um significado e uma “carta” bem feita podia comunicar praticamente qualquer combinação de sentimentos.
Esse curioso costume teria logo chegado à França, onde “inventou-se” uma linguagem composta inteiramente de símbolos florais. Publicada em 1819, como Le Langage des Fleurs, tornou-se uma das referências favoritas. A nova linguagem das flores atraiu os poetas românticos na Inglaterra. “Doces flores sozinhas podem dizer o que a paixão tem medo de revelar”, disse o porta Thomas Hood (1799-1845) no poema “A Linguagem das Flores”. 
Na era vitoriana, a linguagem tornou-se mais complexa. As flores não só significavam diferentes sentimentos, mas a maneira como eram oferecidas e aceitas podia significar alguma coisa. Uma simples rosa vermelha aberta era sinal de admiração pela beleza feminina. Contudo, oferecer um botão com espinhos e folhas queria dizer: “Temo, porém com esperança”. Se a destinatária respondesse recatadamente com o botão virado para baixo, o gesto queria dizer: “Não deves temer, nem ter esperança “. Se a jovem pusesse a flor recebida nos cabelos, o gesto significava cautela, mas se a colocasse sobre o coração, significava que o amor era correspondido. 

Eternos símbolos do amor, as rosas ganharam até uma “linguagem” própria: dizem que a cor das suas pétalas também levam mensagens. As vermelhas simbolizam as emoções apaixonadas, as cor-de-rosa estariam ligadas aos amores sublimes, as brancas ao amor puro e incondicional, mas as amarelas são misteriosas - uns dizem que simbolizam o ciúme, enquanto outros afirmam que estão ligadas aos amores afortunados. É interessante também que até a forma de arrumar as rosas nos vasos pode expressar sentimentos: uma única rosa num vaso demonstra elegância e intimidade; várias delas, formando arranjos grandes e compactos inspiram alegria e confraternização.
Existem inúmeras fontes relacionando as flores à determinadas simbologias. Aqui, selecionamos algumas, extraídas do livro “A Linguagem das Flores”, editado por Sheila Pickles e publicado no Brasil pela Editora Melhoramentos:


FlorSimbologia
AmarílisOrgulho
AnêmonaAbandonado
CaméliaBeleza perfeita
CravoAi, meu pobre coração!
CrisântemoEstou apaixonado
CentáureaSensibilidade
MargaridaInocência
MiosótisAmor verdadeiro
DedaleiraFalsidade
GerânioTristeza
MadressilvaMeiguice
JacintoMágoa
ÍrisMensagem
JasmimGraça e elegância
AlfazemaDesconfiança
LírioPureza
TagetesLuto
NarcisoVaidade
CapuchinhaPatriotismo
OrquídeaUma bela mulher
Amor-perfeitoPensamentos
PeôniaVergonha e timidez
FloxHarmonia
PrímulaJuventude
RosaAmor
GirassolAltivez
TulipaDeclaração de amor
VioletaModéstia
NinféiaPureza de coração



(fontes: http://www.jardimdeflores.com.br/CURIOSIDADES/A08simbologia.html, 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_das_flores
http://michelechristine.wordpress.com/o-livro/a-linguagem-das-flores/)

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