segunda-feira, 16 de junho de 2014

QuidProQuo


Distância diz tanto
Que a ânsia
Cisma
Em ver de novo.

Diz tanto
Da distância
Que se vê
Des-importância  




segunda-feira, 9 de junho de 2014

As versões do poema Vladimir / Brechet /

Ver online o PDF

Já que não existe a verdadeira versão deste poema, veremos a sua evolução e transformação, já que isso move o mundo.


“First they came for the Communists,
and I did not speak out
because I was not a Communist.
Then they came for the Socialists,
and I did not speak out
because I was not a Socialists.
Then they came for the trade unionists,
and I did not speak out
because I was not a trade unionist.
Then they came for the Jews,
and I did not speak out
because I was not a Jew.
And when they came for me —
there was no one left to speak out.”

Niemöller


“Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei.
Agora estão me levando.
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.”

Bertolt Brecth

“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim,
e não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores, matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”

Maiakóvski,

segunda-feira, 3 de março de 2014

Música descoberta no quadro de Bosch


 “O Jardim Dos Prazeres da Terra” é uma obra pintada em 1504 pelo artista Hieronymous Bosch e exposta no Museu Del Prado, em Madri. A técnica utilizada é a de óleo sobre madeira.
Pode-se notar, no centro da pintura uma espécie de painel que celebra os prazeres da carne. Do lado esquerdo, uma espécie de paraíso terrestre e do direito, o inferno.
Acontece que, um usuário do Tumblr acabou notando uma espécie de tablatura musical desenhada nas nádegas de um personagem que estava sendo torturado no inferno da pintura.

Segundo o site Revista Cifras, uma estudante universitária chamada Amelia tentou tocar a canção. Ela afirma que tentou “transcrevê-la em notação moderna, supondo que a segunda linha escrita é em C (o tom “dó”), como era comum para os cantos desta época”. ”
Ouça aqui a canção gravada nas nádegas do pobre sofredor do inferno.
Essa é a canção, deixada por Bosch, há mais de 500 anos, na bunda de um pobre pecador condenado a tortura eterna.


fonte: http://literatortura.com/2014/02/musica-e-descoberta-nas-nadegas-de-figura-infernal-com-mais-de-500-anos/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Otomen

Sinopse: Masamune Asuka é um rapaz muito popular em sua escola, por ser forte, bonito e sério, mas também é extremamente puro, inocente e tem sérios problemas de personalidade. Quando ainda era uma criança, seu pai saiu de casa, dizendo que seguiria sua vida sendo mulher. Sua mãe traumatizada, descobriu que o Asuka também gostava de coisas femininas e, por medo que ele também a abandonasse, aboliu tudo que era fofo e doce da vida do garoto.
Asuka cresceu, tornou-se campeão de Kendo, Karate, judo e outros esportes, pois pensava que isso poderia mantê-lo com uma imagem masculina perante a sociedade.
Ao se apaixonar por sua colega de classe, Miyakozuka Ryo, seu lado feminino aflora à pele e Asuka sente cada vez mais vontade de ler mangá shoujo, costurar, cuidar dos ursinhos de pelúcia, cozinhar e decorar bolos doces, dentre outras atividades.


(fonte: http://shoshoujo.blogspot.com.br/2013/08/otomen.html)


O dorama em si é repleto de satiras, o que faz o humor dele as vezes inesperado. Claro que eu não vou detalhar as sátiras aqui, porem se você já é uma pessoa que conhece o básico de cultura pop japonesa você entenderá elas. 
Cada personagem tem sua peculiaridade, além de Asuka (o da foto)




Ryo Miyakozuka (都塚 りょう, Miyakozuka Ryō?)

Perdeu a mãe ainda pequena e vive com seu pai, um policial, rude e machista. Por admirar rapazes fortes como seu pai, Ryo desde cedo treinou artes marciais. Quando o assunto é costura ou culinária sempre pede ajuda a Asuka. Sempre está contando com a ajuda dele e o acha fofo e sente vontade de protegê-lo. Adquiriu uma personalidade masculina por conta da criação recebida pelo pai. É sempre amiga e confiável e sempre disposta a ajudar.







Juuta Tachibana (橘 充太, Tachibana Jūta?)
Apesar de aparentar ter uma vida tranquila de colegial, Juuta na verdade é um mangaká que assina seu trabalhos como "Jewel Sachihana". Baseia-se seu atual mangá, Lovetic, na vida de Asuka. Por conta disso, está sempre estimulando Asuka a ter encontros com Ryo e coisas semelhantes.








Hajime Tonomine (多武峰 一, Tōnomine Hajime?)

Ocupante do segundo lugar do ranking nacional de Kendou, logo atrás de Asuka. Com rancor por ter ficado atrás, está sempre em rivalidade com Asuka
####QQuase spoiler, será mais legal se você descobrir assistindo.

. Aparenta ser mal-humorado e indiferente, mas também tem um hobbie afeminado como o de Asuka, admira flores, maquiagem e cabelos.





Yamato Ariake (有明 大和, Ariake Yamato?)
Muitas vezes confundido com uma garota por causa da sua aparência delicada. Tornou-se "discípulo" de Asuka para aprender a ser tão másculo quanto o mesmo. É medroso e muito sonhador. Se dirige a Asuka como "mestre" (em japonês, Sensei) e sempre está se espelhando nele.





E por último e não menos importante, quem me fez rir muito e não deve ser esquecido !

Isono Katsuo  que é simplesmente impossivel de definir, extremamente engraçado!




(fonte wikipedia)

Ver online

Eu vi online legendado em ingles pelo Daily Motion

http://www.dailymotion.com/video/xqdq2l_otomen-01_fun


Tem no youtube em portugues:
http://www.youtube.com/watch?v=nCVObmhwKlE



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Castro Alves - As duas flores


São duas flores unidas
São duas rosas nascidas
Talvez do mesmo arrebol,
Vivendo,no mesmo galho,
Da mesma gota de orvalho,
Do mesmo raio de sol.

Unidas, bem como as penas
das duas asas pequenas
De um passarinho do céu...
Como um casal de rolinhas,
Como a tribo de andorinhas
Da tarde no frouxo véu.

Unidas, bem como os prantos,
Que em parelha descem tantos
Das profundezas do olhar...
Como o suspiro e o desgosto,
Como as covinhas do rosto,
Como as estrelas do mar.

Unidas... Ai quem pudera
Numa eterna primavera
Viver, qual vive esta flor.
Juntar as rosas da vida
Na rama verde e florida,
Na verde rama do amor!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Fotos centenárias de expedição são descobertas em cabana no Pólo Sul

Uma parte da história de exploradores do Pólo Sul foi resgatada por uma equipe neozelandesa, que encontrou uma série de fotografias centenárias preservadas numa cabana na Antártida.
Essa cabana, que fica na região da Ilha Ross, foi usada como abrigo pelo britânico Robert Scott, entre 1911 e 1912, quando ele tentava ser o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul. Por um mês, ele perdeu a corrida para o norueguês Roald Amundsen, mas esse era só o começo. Cerca de dois anos depois, o colega Ernest Shackleton tentou cruzar o continente, mas uma série de problemas na expedição impediu que o objetivo fosse concretizado. A cabana, porém, mais uma vez serviu de abrigo e salvou uma parte da equipe de morrerem de frio e de fome.






Durante esse tempo, eles acabaram deixando para trás uma caixa de negativos com fotos da expedição, além de uma imagem histórica do cientista-chefe da missão. São mais de vinte imagens registradas com nitrato de celulose, o que fez com que elas grudassem umas nas outras com o passar dos anos. Depois de um trabalho cuidadoso de restauração, os negativos foram escaneados, e convertidos em imagens positivas.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sem ti, sentir.



Dói mais viver do que não estar vivo
Para presenciar todas essas feridas que
Furam fundo
E não se apagam
É um rascunho que terminou antes da arte final.
Então perde toda a vida.
Perde a música,
Perde os sons,
O que resta é escassez de tudo.
E os sentidos
Que são nossa única forma de viver,
Sem distração, não sentem mais.
Sentir, sem ti.

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