Poesia não se adiquire
Injustamente eu vivia
Nasci poeta
Sem saber de ortografia.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Quintana
DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...
DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
DO AMOROSO ESQUECIMENTO
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?
O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Sem Ter Ido
Passo, jogo de lado
Ando, sigo com passos
Musico, ouço, grito
Na pressa de viver idealizações,
Eu não faço sentido
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Diafragma
É tão óbvio o clique - emoção
Tão comum, tão sensível
Faz disso cópia
Tutorial? Já existe.
Como pôde ser?
Tão sem ar, tão... falso
Copia de qualquer história
Mostra-se algo que não é
Para ser, aceitar se
E eu ? Sou ar
Que respiro.
domingo, 12 de julho de 2015
Sono, só nó
Divago, me faço, mas sinto.
Ouço - labirinto.
Sentidos? Sumo.
Limpo, en.cubro e me esqueço
Nome ou endereço,
Nem inicio, nem começo
Encubro, a.dor.meço.
Ouço - labirinto.
Sentidos? Sumo.
Limpo, en.cubro e me esqueço
Nome ou endereço,
Nem inicio, nem começo
Encubro, a.dor.meço.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Afogo
A dor dará a esperança
De que algo ainda há
E que não é desperdício
Gastar em ti.
Por isso foco, finjo, fago, falo, fógo, fogo, fico, fujo e peço socorro
É falta de sol, é doença
E não há erva que água
O fogo que me afoga e lava
Detrit-ando os sentidos.
De que algo ainda há
E que não é desperdício
Gastar em ti.
Por isso foco, finjo, fago, falo, fógo, fogo, fico, fujo e peço socorro
É falta de sol, é doença
E não há erva que água
O fogo que me afoga e lava
Detrit-ando os sentidos.
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